A ART em obras de condomínio é indispensável para reformas estruturais, manutenções complexas ou qualquer intervenção que envolva riscos à segurança. Isto é, sem o registro, a obra pode alinhar-se a uma condição de irregular idade e trazer problemas jurídicos e administrativos.
A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) é um documento emitido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), que comprova quem é o responsável técnico por determinada obra ou serviço de engenharia.
ART em obras de condomínio: o que você precisa entender
- O que é a ART e para que serve
- Quando a ART é obrigatória em condomínios
- Quem deve emitir a ART
- Relação entre ART, CNO e ISS
- Riscos de não registrar a responsabilidade técnica
O que é a ART e para que serve?
A ART tem como função formalizar a responsabilidade do engenheiro ou arquiteto pela execução da obra. Ela garante que existe um profissional habilitado supervisionando a intervenção, assegurando a qualidade técnica e a segurança dos moradores.
Quando a ART é obrigatória em obras de condomínio
Sempre que o condomínio realiza obras estruturais, reformas de fachadas, substituição de telhados, fundações ou ampliações, a ART em obras de uma edificação deve ser emitida. Pequenos reparos e serviços de manutenção simples, em geral, não exigem ART.
Quem deve emitir a ART
A ART em obras de condomínio deve ser emitida pelo profissional responsável pela execução — engenheiro civil, arquiteto ou empresa de engenharia contratada. O síndico ou a administradora não emitem ART, mas devem exigir o documento como condição para autorizar o início da obra.
Relação entre ART, CNO e ISS
A regularidade da obra depende da integração de vários registros fiscais e técnicos. A ART em obras realizadas em condomínios, junto com o CNO e o correto recolhimento do ISS, compõe a base da regularização da obra. Trata-se de documentos frequentemente exigidos para a emissão da Certidão de Regularidade Fiscal ao final.
Riscos de não registrar a ART em obras de condomínio
Sem a ART, o síndico e o condomínio acabam responsabilizados civil e criminalmente em caso de acidentes, falhas estruturais ou problemas futuros. Além disso, a ausência do documento pode impedir a emissão de alvarás e certidões junto aos órgãos competentes.



